segunda-feira, 25 de abril de 2011

Keukenhof - O Jardim da Europa



Bem vindo a Keukenhof, "o Jardim da cozinha" em português, uma das atrações mais visitadas da Holanda.




Keukenhof está localizada na cidade de Lisse, a cerca de 40 minutos de Amsterdam a aproximadamente 2 horas de Eindhoven, cobrindo uma área de 32 hectares e mostrando cerca de 4 milhoes e meio de tulipas de 100 diferentes tipos Keukenhof é considerado o local mais fotografado do mundo.

O local onde Keukenhof está situada hoje, foi no passado (no século 15) uma área de caça e os tempeiros e ervas utilizados pelos cozinheiros do castelo de Jacoba van Bieren eram colhidos de lá, daí o nome Keukenhof (jardim da cozinha).



Após o falecimento da Jacona van Beieren Keukenhof caiu nas mãos de ricas famílias mercantes, e os novos donos solicitaram a dois arquitetos conhecidos que fizessem o design do jardim em volta do castelo, esse é o design que parmeneceu até hoje (Fonte: site de Keukenhof)




Atualmente Keukenhof pertence a uma fundação, e a primeira exposição de Keukenhof foi feita em 1949, desde então a tradição foi mantida e se repete anualmente. De modo a tornar a exposição dinâmica e mais interessante, a cada ano Keukenhof tem um tema, em 2010 era "From Russia with Love" e este ano o tema é uma homenagem a Alemanha.





Os jardins de Keukenhof são enormes, eu diria que é impossível visitar toda a extensão do jardim e ver todos os campos de flores em apenas um único dia, por isso existem opções de se realizar o passeio pelos campos de bicicleta ou barco. A entrada em Keukenhof custa EU 14,50 por adulto e crianças até 4 anos não pagam.




Este ano o parque está aberto de 24 de Março até 20 de Maio, e em 2012 estará aberto de 22 de Março à 20 de Maio.


Dicas Práticas:

-Chegue cedo;
-Utilize calçados confortáveis pois você terá que andar muito.
- Keukenhof é o local mais fotografado do mundo, logo pente extra de memória e bateria são uma boa pedida.
- Economize tempo em filas comprando os ingressos via internet ( site: http://www.keukenhof.nl/)

Para quem não tem como vir até Keukenhof, em São Paulo na cidade de Holambra também acontece uma exposição de flores super bonita chamada Expoflora, lá além das flores, também é possível provar um pouquinho da cultura Holandesa já que a cidade foi fundada em 1858 por imigrantes holandeses.



Leia também:
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Castelos Medievais na Holanda

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Malta Última Parte: A Ilha de Gozo

Neste último post sobre Malta vamos falar da Ilha de Gozo, uma pequena ilha que assim como a Ilha de Comino (que não visitamos) faz parte do arquipélago Maltês.




Gozo é situada ao norte de Malta, e seu acesso pode ser feito através de avião ou Barco.

Antes de prosseguir, dê uma olhada no nosso post anterior sobre Valetta a capital de Malta.

Inicialmente havíamos planejado ir até Gozo utilizando primeiro o ônibus de Malta até o terminal do ferry Boat para então cruzarmos de ferry e chegando em Gozo novamente utilizar o transporte público (ônibus).

No entanto ao chegar em Gozo, não conseguiríamos ver muita coisa já que os pontos turísticos ficam afastados uns dos outros, o que demandaria várias trocas de condução ou a contratação de um guia/passeio local, por isso decidimos contratar o passeio a partir de Malta, e contratamos uma das 2 empresas de sightseeing, que nos cobrou 20 Euros por pessoa (criança até 5 anos não paga), além disso ganhamos mais 1 tour de barco por Malta e outro tour pelo Norte de Malta ou na região central.

A nossa escolha foi muito boa digamos assim, talvez alugar carro também seja uma boa, mas tivemos o ônibus saindo da porta do nosso Hotel e nos levando até o ferry (parando em alguns hotéis), chegando no ferry tivemos que pegar a passagem por fora +/- 5 Euros por pessoa (ida e volta) e chegando em Gozo havia um micro ônibus nos aguardando pronto para nos levar aos pontos turísticos da cidade.


O transporte de ferry, como pode ser visto nas fotos, foi uma atração a parte, a cor da água, as montanhas e formações rochosas e o tempo incrívelmente bom tornaram o passeio ainda mais surpreendente.




Ah, lembre-se que você pode clicar nas fotos para amplia-las, veja na foto abaixo o detalhe do vão entre as formações rochosas.







Chegada do ferry em Gozo.

A primeira parada foi em uma das igrejas mais antigas de Gozo, com cerca de 300 anos e uma linda arquitetura interior.



Em seguida, conhecemos um museu/casa da mesma idade da igreja e com a decoração e alguns objetos utilizados no século 18, foi "legalzinho", mas nada de excepcional.

A próxima parada foi a "Azure Window" ou simplesmente a Janela Azul, o cartão postal de Gozo e realmente um lugar que nós classificaríamos como "imperdível.


Janela Azul - "Blue Window" - Gozo




Próximo a Janela azul é possível caminhar até outro ponto muito bonito, uma pequena praia de pescadores que existe graças a uma rachadura (buraco) no paredão de rocha.



Ai vem o lado ruim dos passeios organizados, o tempo na janela azul foi super curtinho (40 minutos) e não conseguimos ver outras coisas interessantes que haviam por lá, mas mesmo assim no geral valeu a pena.

Hora do almoço, paramos em uma pequena vila, com uma prainha e alguns restaurantes familiares, seguimos a sugestão do guia e optamos por almoçar no indicado por ele, a comida foi razoável e embora a especialidade fosse peixe optamos por comer massa e um arrozinho com fritas.

Após o almoço fomos caminhar na prainha e de lá sairam mais algumas fotos super bonitas.





Mais um fora do guia, parada para compras...Paramos por 1 hora em uma vila com 3 lojinhas onde tudo custava o triplo do valor de Malta... Mais um ponto negativo para a excursão e essa não rendeu mais que 2 fotinhos :-(



De lá seguimos para o coração de Gozo a Citadella, uma cidade construida atrás de fortificações por volta de 1500 AC.



Dentro da Citadella andamos por seus becos e subimos até o topo de suas muralhas de onde era possível ter uma visão muito boa dos campos e das outras vilas de Gozo.







Dentro da Citadela você encontrará uma linda igreja, várias ruelas e um museu que conta a história do local ao longo dos séculos, se você visitar a igreja, quando estiver la dentro olhe para cima e observe seu domo, o curioso é que esta igreja não possui domo, mas sim uma reprodução perfeita de um domo que dá a ilusão de um domo real.

Fora da Citadela também tem algumas coisas para se ver, uma pequena feirinha, restaurantes, igrejas e mais ruelas similares as encontradas dentro da Citadela, segundo o guia, na época da invasão dos turcos, muitas pessoas ficavam em suas casas durantes o dia do lado de fora da Citadela e iam para Citadela dormir durante a noite.






Saindo da Citadela, o guia nos levou até um dos sitios arqueológicos de Gozo, mas sinceramente já estavamos bem cansados e uma certa mocinha mais do que merecia uma folga, ou melhor uma diversão.


E lá fomos nós para mais um parquinho muito bonito por sinal, bem ao lado do sítio arqueológico, "brincamos" e em seguida seguimos para tomar o ferry boat.

Conclusão e dicas práticas de Malta e Gozo

Acho que já dissemos que a viagem foi excelente, muita coisa para se ver e fazer, belezas naturais, arquitetônicas, boa comida, preços bastante amigáveis e um ótimo clima.

Se você está pensando em ir para Malta e ver pelo menos tudo o que mostramos aqui, aconselho no mínimo 4 dias de estada, assim você poderá ver tudo com bastante calma.

Se além do que vimos você tiver a intenção de visitar um dos sitios arqueológicos, conhecer as praias, a Lagoa Azul ou a Ilha de Comino, talvez seja melhor pensar em ficar 5 ou até 6 dias.

Alugar carro pode ser uma boa opção, mas não esqueça de levar consigo um GPS e um ótimo guia de Malta e Gozo, pois nomes de lugares e endereços estarão sempre em Maltês e não em inglês, além disso, não esqueça que as ruas são antigas e bem estreitas, geralmente de mão unica e o maior motivo de não alugarmos carro foi a mão inglesa nas ilhas, mesmo andando de ônibus levamos vários sustos achando que o motorista estava na contra mão e etc. Já que estamos acostumados a dirigir do outro lado, é sempre bom pensar nisso antes de alugar um carro.

As pessoas de uma maneira geral nos pareceram muito cordiais e de bom humor, o serviço nos bares e restaurantes foi bom.

Agora a dica mais importante de toda a viagem... Se você optar por utilizar os ônibus locais esteja sempre munido de várias moedas de 1 ou 2 Euros, não ouse dar uma nota de 10 ou 20 Euros ao motorista ou você ficará surpreso com a quantia de moedas de 10 e 20 centavos que ele te retornará de troco.

Ainda ficou em dúvida sobre Malta? É só nos deixar um comentário e teremos prazer em ajuda-lo!

Se você perdeu algum dos posts anteriores, veja aqui a lista completa:

Introdução - Malta
Primeira Parte - Visão Geral
Segunda Parte - Valletta e as 3 Cidades

terça-feira, 12 de abril de 2011

Malta: MDina e Maksaloxx

Mdina
 
Situada no centro da Ilha de Malta, Mdina é antiga Capital de Malta, a cidade foi possivelmente habitada e recebeu suas fortificações iniciais, por volta no ano 700AC.

Durante o Império Romano, Malta recebeu grande atenção dos Romanos e Mdina foi o local escolhido para hospedar o Governador Romano em Malta.

Muitos anos mais tarde, com a chegada dos Cavaleiros da Ordem de São João, Igrejas, palácios e obras de proteção foram feitas no local e lá se mantém até hoje.

Algumas lendas de Malta ainda contam que o apóstolo Paulo morou em Mdina após seu barco ter afundado próximo a Malta.

Enfim, mais uma vez é muita história e muita coisa para se ver num país tão pequeno e bonito.

 


Mdina é realmente muito bonita e eu diria uma das minhas recomendações para seu roteiro em Malta, foi lá que além de todos os passeios e visitas também fizemos uma parada para hora da brincadeira, existe um lindo parquinho com escorregadores, balanças e muitas crianças bem na entrada de Mdina e foi lá que a Dna Lisa curtiu um pouco da parte mais interessante do passeio, e não foi só para ela.




Por lá também aproveitamos para nos hidratar e comer alguns petiscos, para quem viaja com criança é fundamental lembrar que muitas vezes os pequenos não estão entendendo nada daquela coisa histórica e arquitetural e o que eles querem mesmo é brincar e se divertir, falando nisso é comum ver em Malta parquinhos, geralmente próximos das áreas mais residenciais.




Em Mdina almoçamos em um restaurante lotado na parte traseira da fortificação e com uma bela visão pelos campos e outras cidades até o Mar, sobre a comida não posso dizer nada em especial, mas a vista vale a pena!
A dica em MDina é realmente passear pela citadela subir no alto das muralhas e com certeza tirar muitas fotos. Mais uma vez, muita atenção ao Sol pois os corredores são bem estreitos e você vai precisar de muita luz para tirar boas fotos.




 Marsaxlokk


Marsaxlokk é um povoado de pescadores localizado na parte sudoeste de Malta. Com uma população de apenas 3.205 pessoas, o nome Marsaxlokk vem de marsa, que significa "porto" e xlokk, que significa "sudoeste" em maltês.

Foi nesta baia onde os primeiros fenícios se assentaram e estabeleceram seus comércios durante o século IX A.C.


Fiquei apaixonado por Marsaxlokk logo que vi as primeiras fotos do lugar, aquela baia com os barquinhos azuis ao fundo é demais, tanto é que foi um dos primeiros pontos a serem incluídos em nosso roteiro.






 

 Lá também existe uma feirinha de  artesanato e lembranças de Malta, os preços são mais baratos que em Valletta e outros locais que visitamos, também é um ótimo local para se comer um peixinho fresco com preço bastante convidativo e uma "vista maravilhosa".





Chegar em Marsaxlokk é super fácil, o vilarejo está a 35 minutos de ônibus de Valletta através da linha número 27.

Maksaloxx é o tipo de lugar que parece parado no tempo.


Nota: Foto dos 3 tiozinhos no barco - Créditos: Lisa



Já está convencido a dar um pulinho em Malta ?

Que tal dar uma olhadinha nas opções de Hotéis disponíveis por lá?


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